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Avatari i Dayane Lopes de Medeiros

Dayane Lopes de Medeiros

Mestranda pelo Programa de Pós Graduação em Direitos Humanos na UFPE (PPGDH/PE) 2024-2026. Bolsista da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (FACEPE) de 2024.2 a 2026.1. Graduada em PEDAGOGIA (LICENCIATURA) pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - Lotação Centro de Ensino Superior do Seridó (UFRN/CERES) em 2023. Pesquisadora da Educação em Direitos Humanos e das Práticas Pedagógicas Decoloniais pelo Grupo de Estudos e Pesquisas da Educação em Paulo Freire (GEPEPF/UFRN/CERES). Integrante do Grupo de Estudos e Pesquisas em Direito do Trabalho (GEPDT), da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Integrante do Grupo de Pesquisa em Educação, Diversidade e Direitos Humanos (GPEDH) do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS). Estudiosa e pesquisadora da educação popular com base em Paulo Freire, direitos humanos e justiça restaurativa nas escolas, decolonialidade, descolonialidade e contracolonialidade, educação integral e para a felicidade, educações e diversidades, pedagogia feminista e Currículo QUEER, direito do trabalho e assédio nos ambientes de trabalho. Associada e líder da Brasil Soka Gakai Internacional (BSGI). Musicista (Clarinetista com curso básico de música e 20 anos de experiência em orquestras e grupos de música). Associada ao Centro Paulo Freire - Estudos e Pesquisas (CPFreire/PE). Integrante ao Observatório de Direitos Humanos e Justiça Restaurativa da PUC/PR. Associada a Rede Brasileira de Educação em Direitos Humanos (ReBEDH) - Seção Pernambuco. Professora pesquisadora freiriana em busca de soluções/possibilidades para uma educação que proporcione o bem humano, "a felicidade do aluno" (Daisaku Ikeda), a liberdade e dignidade de vida! Para alcançar meu objetivo busco estudar os movimentos sociais e a educação popular com foco na descolonização da fundamentação teórica (que incluem a luta pela implementação dos direitos humanos, feminista, a luta LGBTQQICAPF2K, a luta dos pretos e muitas outras que buscam a valorização do sujeito e seu lugar no mundo) e como estes se relacionam direta e indiretamente com uma educação mais inclusiva, equitativa quanto aos direitos humanos. Educadora na luta contra o racismo e toda e qualquer forma de preconceito e desrespeito humano, animal e ambiental, pois estar viva me possibilita a decisão de ser ativista, budista (Budismo Nitiren Daishonin) e de ação política.